A representatividade da mulher preta e parda advogada no sistema judiciário brasileiro.
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Resumo
Esta pesquisa tem como tema, a representatividade da mulher preta e parda advogada no sistema
judiciário brasileiro, considerando as barreiras estruturais que dificultam seu acesso a cargos de
liderança e decisão. Com isso busca-se responder à seguinte questão: de que forma o racismo e
o sexismo interagem para perpetuar a sub-representação das advogadas pretas e pardas no Poder
Judiciário? O objetivo é analisar como racismo e sexismo atuam na construção dessa sub-
representação no Judiciário, tendo como base a literatura e os dados oficiais. Para alcançar tal
o objetivo, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com método dedutivo e revisão
bibliográfica, tendo como referência, Macedo (1994) e Gil (2008). A pesquisa qualitativa é
aquela que se concentra na compreensão profunda e detalhada de um fenômeno, já o método
dedutivo será aplicado, com a finalidade de analisar a hipótese levantada, sob uma perspectiva
mais ampla. Optou-se pela revisão bibliográfica com base em autores clássicos e
contemporâneos, que pesquisam sobre interseccionalidade, racismo estrutural e sexismo
institucional, como Sueli Carneiro, Angela Davis, Lélia Gonzalez, Kabemgele Munanga e
Silvio Almeida.
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SANTANA, Genilda; FEITOSA, Walter. A representatividade da mulher preta e parda advogada no sistema judiciário brasileiro. Orient. Rafael Ferreira Freitas. 2025. 18 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Centro Universitário de Excelência, Itabuna, 2025.