O ESTADO DE COISAS INCONSTITUCIONAL DAS GESTANTES E MÃES COM BEBÊS NA PENITENCIÁRIA FEMININA
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Resumo
O presente trabalho analisa o estado de coisas inconstitucional vivenciado por gestantes e
mães com bebês no sistema penitenciário feminino brasileiro. A introdução destaca a
precariedade estrutural, a violação de direitos fundamentais e a negligência estatal diante das
demandas específicas dessa população vulnerável. O objetivo geral é investigar como essas
condições comprometem a efetivação das garantias previstas na Constituição Federal e em
normas internacionais. Para tanto, a metodologia adotada foi uma revisão narrativa da
literatura, com análise qualitativa de fontes legislativas, acadêmicas e institucionais
publicadas entre 2015 e 2024. A conclusão aponta que, apesar da existência de normativas
como a Lei nº 13.769/2018, sua implementação prática é insuficiente e marcada por
desigualdades regionais, omissão dos poderes públicos e ausência de fiscalização eficaz.
Recomenda-se a articulação interinstitucional, capacitação de profissionais e o fortalecimento
de políticas públicas específicas para assegurar os direitos das mulheres encarceradas e de
seus filhos. A superação desse cenário exige uma mudança estrutural e cultural comprometida
com a dignidade humana e a equidade de gênero.
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Citação
SILVA, Keila Lima da; RIBEIRO, Luan Davidson Borges; SILVA, Leandra Araújo Pereira. O estado de coisas inconstitucional das gestantes e mães com bebês na penitenciária feminina. 2025. 16 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Centro Universitário UNEX, Vitória da Conquista, 2025. Orientador: Williem da Silva Barreto Junior.