Perfil epidemiológico da esporotricose em Salvador: análise do período de 2018 a 2022.

dc.contributor.authorLOPES, Ariane de Sousa;
dc.contributor.authorSALES, Felipe de Souza Gomes Costa;
dc.contributor.authorSILVA, Heisa Gonçalves da;
dc.contributor.authorLAURINDO, Joana Torres;
dc.contributor.authorCARVALHO, Yanna Dórea de.
dc.date.accessioned2026-06-18T14:41:50Z
dc.date.issued2024-07-18
dc.description.abstractIntrodução: Zoonoses são doenças transmitidas entre animais e humanos, e são causadas por diversos agentes como fungos, vírus e bactérias. A esporotricose é uma micose subcutânea causada pelo Sporothrix schenkii e afeta principalmente os gatos. A infecção ocorre pela inoculação direta do fungo através de arranhaduras ou mordeduras, cujas consequências variam conforme resposta imunológica do hospedeiro. Sua prevenção envolve o uso de equipamentos de proteção individual além de evitar a exposição ao fungo, pois não há vacina disponível e o tratamento é realizado com antifúngico por um longo período. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico de casos de esporotricose animal em Salvador. Metodologia: Pesquisa com dados secundários, longitudinal, analítica, descritiva e com abordagem quali-quantitativa. Foram coletados dados de boletins epidemiológicos da Secretaria Municipal da Saúde de Salvador entre os anos de 2018 a 2022. Resultados: Foram notificados 5.042 casos totais suspeitos de esporotricose animal entre 2018 a 2022. Em 2020 houve o maior número de notificações (n=1.289), porém os casos confirmados foram maiores em 2021, cerca de 7% a mais do que no ano anterior (n=1.123). Itapuã foi o distrito sanitário com maior número de casos. Quase todos os bairros exibiram aumento de casos em 2020. Já 2021 metade dos bairros reduziu os números absolutos de casos confirmados e a redução continuou em 2022. Cerca de 46,3% dos animais infectados têm acesso frequente à rua e ao longo de 5 anos a taxa de cura dos casos confirmados de esporotricose animal diminuiu 27%, enquanto os animais abandonados aumentaram 19%. Conclusão: Compreende-se que a situação epidemiológica da doença requer atenção devido ao crescente número de casos confirmados e animais abandonados, necessitando maior conscientização e informação acerca da contaminação pela doença.
dc.identifier.citationLOPES, Ariane de Sousa; SALES, Felipe de Souza Gomes Costa; SILVA, Heisa Gonçalves da; LAURINDO, Joana Torres; CARVALHO, Yanna Dórea de. Perfil epidemiológico da esporotricose em Salvador: análise do período de 2018 a 2022. Orientadora: Érica Tupiniquim Freitas de Abreu. 2024. 18 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária, Fisioterapia e Farmácia) – Centro Universitário UniFTC, Salvador, 2024.
dc.identifier.urihttps://saber.uniftc.edu.br/handle/123456789/1708
dc.language.isopt
dc.subject: Epidemiologia.
dc.subjectEsporotricose.
dc.subjectSalvador.
dc.subjectVigilância.
dc.subjectZoonose.
dc.titlePerfil epidemiológico da esporotricose em Salvador: análise do período de 2018 a 2022.
dc.typeArticle

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