Abordagens psicossociais e terapeuticas no cuidado oral de pacientes com tea: colaboração entre psicologia, odontologia e farmácia.

dc.contributor.authorSILVA, Aminiele Lima da.
dc.contributor.authorSANTOS, Estéfane Eliene M. C.
dc.contributor.authorASSIS, Isabelle Muniz Ribeiro de.
dc.contributor.authorRODRIGUES, Marcos Vinicius R.
dc.contributor.authorANDRADE, Matheus Lima C.
dc.contributor.authorGUIMARÃES, Paula Carmel Estrela.
dc.contributor.authorSANTOS, Samela Stefani Luz.
dc.date.accessioned2026-07-13T13:05:31Z
dc.date.issued2024-11-29
dc.description.abstractO Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta a interação social e a comunicação, com uma prevalência de 1 em 160 crianças. Indivíduos com TEA frequentemente têm preferências alimentares restritivas, o que pode prejudicar a saúde bucal e aumentar o risco de cáries e doenças periodontais. Objetivo: Revisar as principais descobertas científicas sobre o impacto do Transtorno do Espectro Autista (TEA) no comportamento e na saúde bucal desses pacientes. Método: A revisão da literatura foi realizada por meio de uma busca nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, abrangendo publicações entre 2014 e 2024 através dos descritores: autismo, saúde bucal, Tea e psicofarmacologia. Foram aplicados critérios de inclusão, como a consideração de estudos por pares que envolvessem pessoas com TEA e que abordassem a saúde bucal. Os criterios de exclusão incluiram artigos não revisados por pares, estudos fira do escapo do TEA e publicações anteriores a 2014. Resultados: O estudo destaca a importância de uma abordagem multidisciplinar, envolvendo psicologia, odontologia e farmácia, para o tratamento de indivíduos com TEA. Os estudos revelaram que esses pacientes apresentam uma alta prevalência de problemas bucais, como cárie e gengivite, devido a dificuldades motoras e sensibilidade tátil. A resistência ao tratamento odontológico é um desafio significativo, sendo necessárias técnicas adaptadas e intervenções comportamentais para melhorar a adesão às práticas de higiene bucal. Além disso, o uso de medicamentos psicotrópicos, como antipsicóticos, mostrou-se eficaz no controle de sintomas comportamentais, mas deve ser acompanhado de intervenções comportamentais para maximizar os resultados. Conclusão: A colaboração entre profissionais de diferentes áreas é fundamental para garantir um cuidado integral e personalizado, promovendo uma melhor qualidade de vida para os indivíduos com TEA.
dc.identifier.urihttps://saber.uniftc.edu.br/handle/123456789/2127
dc.language.isopt
dc.subjectAutismo
dc.subjectSaúde bucal
dc.subjectTEA
dc.subjectPsicofarmacologia.
dc.titleAbordagens psicossociais e terapeuticas no cuidado oral de pacientes com tea: colaboração entre psicologia, odontologia e farmácia.
dc.typeArticle

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