O INGRESSO FEMININO NA MAGISTRATURA BRASILEIRA: UM ESTUDO SOBRE A IGUALDADE DE OPORTUNIDADES, À LUZ DO PRINCÍPIO DA ISONOMIA

Resumo

A proporcionalidade de gêneros na ocupação dos cargos de magistratura é fundamental para formação de um judiciário igualitário, justo e representativo. Por esta razão, o presente estudo busca analisar, a luz do princípio constitucional da isonomia, a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no ingresso em cargos de magistratura. Para tanto, são observadas as dificuldades enfrentadas por mulheres durante a trajetória acadêmica, como a dupla jornada laboral-doméstica, a ausência ou não aplicação de políticas de permanência para mães e gestantes, a impunidade nos casos de assédio sexual e moral no ambiente acadêmico e a acentuação da desigualdade feminina no caso de mulheres pretas, indígenas/quilombola e transgêneros. O princípio da Isonomia garante a igualdade ou equidade de oportunidade a todos, no entanto, conforme mencionado, as mulheres enfrentam uma série de dificuldades com uma frequência muito maior que os homens, o que tornam suas oportunidades significativamente desiguais, urgindo a necessidade de elaboração de políticas públicas que visem aumentar o quantitativo de mulheres nos cargos de magistratura a fim de tornar o judiciário brasileiro mais igualitário, representativo e justo.

Descrição

Citação

JESUS, Beatriz Pereira de; SANTOS, Maria Elisa Amorim; ROCHA, Samira Santos. O ingresso feminino na magistratura brasileira: um estudo sobre a igualdade de oportunidades, à luz do princípio da isonomia. 2024. 20 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Centro Universitário UNEX, Vitória da Conquista, 2024. Orientadora: Raquel Azevedo de Oliveira.

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