Automedicação de psicofármacos por discentes como estratégia de enfrentamento do estresse e pressão academica
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Resumo
O fenômeno da automedicação é cada vez mais recorrente, tornando-se preocupante devido aos
riscos à saúde mental e física dos discentes, além de refletir a medicalização do sofrimento
psíquico em contextos acadêmicos de alta demanda. Essa pesquisa foi conduzida através de
uma revisão integrativa da literatura, utilizando artigos científicos de base multidisciplinar.
Foram identificados fatores que influenciam o uso inadequado de psicofármacos, como a
sobrecarga de estudos, pressões socioeconômicas e a ansiedade frente ao futuro profissional.
Os dados destacam uma prevalência maior de automedicação entre mulheres, frequentemente
associada a dificuldades socioeconômicas e estresse. Os resultados evidenciam que, apesar dos
benefícios temporários, o uso desregulado de medicamentos como antidepressivos e
psicoestimulantes acarretam efeitos adversos, como dependência e agravamento de condições
preexistentes. Diante disso, conclui-se pela necessidade de ações institucionais para promover
o bem-estar mental dos universitários e conscientizar sobre os riscos da automedicação.
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MACIEL, Gabriel gomes FERRAZ, Helen pontes SANTOS, Jéssica souza SOUZA, Victória costa FERRAZ, Yasmin pontes Automedicação de psicofármacos por discentes como estratégia de enfrentamento do estresse e pressão academica Orientador: Leda Moreira Barreto 2024 17p.Trabalho de Conclusão de Curso Interdisciplinar (Graduação) – Cursos de Biomedicina Psicologia e Farmacia Centro Universitário UniFTC,Vitoria da Conquista,2024.